<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010</id><updated>2011-09-26T05:53:39.823-07:00</updated><category term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Controvérsias</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-40990262294073692</id><published>2011-09-26T05:27:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T05:53:39.832-07:00</updated><title type='text'>"Que loucura!"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;“O coração tem razões que a própria razão desconhece” &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Blaise Pascal, filósofo, matemático e teólogo francês, em pleno auge da razão, fez uma declaração que tempos depois tornou-se uma das suas mais conhecidas. Desbancando o que se dizia ser a fonte de todo conhecimento (a razão humana), Pascal escancara a fragilidade do racionalismo apontando para as atitudes que o próprio coração nos leva a tomar diante das circunstâncias da vida, dizendo-nos que diante do conhecimento humano algumas escolhas se tornam irracionais, e que o coração (lugar onde as escolhas mais difíceis são tomadas) é mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sábio, antes mesmo de Pascal (bem antes), já havia dito que “&lt;em&gt;entre tudo o que se deve guardar, você deve guardar o seu coração, porque dele é que procedem as saídas da vida”&lt;/em&gt;. E outro a pouco mais de dois mil anos, reafirmando as palavras do sábio, disse que “&lt;em&gt;onde estiver o seu coração ali também estará o seu tesouro&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, em fase de mudanças radicais, tento descobrir se de fato a vida muda da noite para o dia. Como é possível acordar e se ver indiferente a algumas coisas que ainda ontem se vivia por elas? Confronto-me na frente do espelho com uma dúvida (que vem acompanhada de várias questões): esse grito esteve sempre lá? Foi o silêncio que esvaziou o seu sentido? Será que em algum momento eu o deixei de ver? Ou não escutei o furor do que era dito nesse silêncio? Não sei se coloquei o que é de hoje no amanhã (procrastinei), e também não sei se meus pensamentos já estão em outro lugar estando hoje onde não mais deveria... O fato é que estou jogando muitas coisas fora enquanto minha memória passa diante dos meus olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja pelas razões que transcendem a própria razão, ou pelas saídas que “&lt;em&gt;ele&lt;/em&gt;” descobriu pela falta da guarda devida, ou até mesmo pela direção em que eu o direcionei, temos um culpado: o coração... grande vilão que carrega as razões desconhecidas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sabedoria do pequeno menino cativado pela raposa diria que por ir e vir, todo o dia, percebe-se o essencial daquele que se vê e que esse se torna o reflexo daquilo que se precisa. Mas essas coisas são invisíveis para os olhos... e, aqui também (acredito eu), estamos falando do coração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, se você seguir o coração, você pode ser chamado a qualquer (ou a todo) instante de “maluco” ou descompensado - talvez isso que signifique irracional. Porém, encontramos um dilema aqui: se o coração por vezes é irracional, talvez a razão não enxergue o essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria bem mais fácil colocar a culpa na maldita deusa morta, e acusá-la de me castigar por não servi-la com o rigor exigido! Mas sei que não consigo acreditar nisso, inclusive em deuses mortos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou resolvido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro porque acredito na integralidade do ser humano como ser indissociável. Para mim não se separa espírito de corpo (a não ser na morte) como também não se separa razão de emoção (o que dizemos acontecer no coração). A neurociência está do meu lado nesse sentido (por incrível que pareça, aqui estou apelando para a modernidade), comprovando que não existe razão que não seja comprometida afetivamente e nem emoção que não seja inteligente. Isso torna toda emoção inteligente e toda razão emotiva. O que faz da “maluquice” compreensível ao mesmo tempo que compromete a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo porque posso conviver com o que não se explica, mas não com a covardia (embora enxergue alguns traços dela em meu passado). Por mais que ultrapasse os limites da razão, prefiro optar pela coragem das palavras do poeta que decide da luta não se retirar e se atirar do alto em quem atira em seu peito, mas da luta não se retirar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o medo traz a probabilidade de se tornar covarde diante do silêncio que se instaura na racionalidade da auto-preservação, a coragem torna totalmente inseguro o amanhã diante das possibilidades de mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é exatamente aqui que se faz necessária a escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um pouco de vertigem que se sente quando se quer mudar, e embora ainda não exista chão, gostaria de adiantar a resposta (que sei que não virá) da pergunta que não paro de lançar, porque eu volto... E se eu voltar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-40990262294073692?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/40990262294073692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=40990262294073692' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/40990262294073692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/40990262294073692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/09/que-loucura.html' title='&quot;Que loucura!&quot;'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-4959879360896129659</id><published>2011-09-20T10:36:00.000-07:00</published><updated>2011-09-20T10:50:17.023-07:00</updated><title type='text'>"Lembre-se do seu Criador..." (Eclesiastes 12.1)</title><content type='html'>É um equívoco pensar  no texto de Eclesiastes 12 como um pedido ou como uma precaução do  pecado diante das oportunidades que saltam à cara de um jovem. O que o  sábio, na verdade, oferece nesse texto é uma resposta ao sentido da  vida. Sentido em relação à orientação/direção e sentido buscando um  significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Eclesiastes narra a consciência de um vazio.  Não de um vazio qualquer, mas estabelece um diálogo silencioso entre o  Homem (humanidade) e o vazio do nada sob os olhos d’Aquele que é tudo,  Deus. Ele narra o drama de alguém que, acreditando que a sua “sabedoria”  tem algum valor, descobre que ela sempre lhe passará uma rasteira, pois  é incapaz de mudar o seu destino final (2.15-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma  frustração de quem se apoiou em sua própria sabedoria para experimentar e  produzir sentido através das experiências vivenciadas que não trouxeram  as respostas às perguntas levantadas. Não precisamos ir longe para nos  compararmos ao sábio. Quantos de nós acreditamos e apoiamos a nossa vida  num plano de carreira, num relacionamento, nos prazeres que algum tipo  de sucesso pode oferecer, e nos decepcionamos quando o objetivo não é  alcançado, ou quando a coisa não sai da maneira que planejamos. E não só  isso, e quando o conflito é bem mais parecido com o do próprio  Eclesiastes, quando tudo dá certo, mas ainda não faz o menor sentido.  Tudo é vão, como diz ele, uma nuvem que passa, um vento vazio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todo  conhecimento verdadeiro sobre si mesmo começa com um profundo  entristecimento”, afirma Kiekegaard, filósofo cristão existencialista. É  quando tomamos a consciência de quem nós somos (um punhado de pó) e  quando percebemos o vazio que carregamos em nós mesmos, que descobrimos  que só podemos ser alguma coisa em Deus, pela sua graça, e que  respiramos com sopro de vida que não podemos sustentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o sábio  oferece no capítulo 12 é a coragem de se viver a vida, desfrutando do  melhor que ela tem, sem se esquecer de que nada do que você viver ou  experimentar pode sustentar a sua existência, nem trazer sentido para  sua vida. Por isso, diz ele, viva, viva intensamente, mas não se esqueça  que você é pó, e a sua existência depende de uma graça, e que o sentido  da sua vida está com o seu Criador. Não se esqueça dele jovem,  lembre-se, "lembre-se do seu criador...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sábio  continua: "antes que  seja tarde..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-4959879360896129659?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/4959879360896129659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=4959879360896129659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4959879360896129659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4959879360896129659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/09/lembre-se-do-seu-criador-eclesiastes.html' title='&quot;Lembre-se do seu Criador...&quot; (Eclesiastes 12.1)'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-7905023018404154224</id><published>2011-07-28T11:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T11:17:02.191-07:00</updated><title type='text'>O desejo de consumo</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;&lt;em&gt;“O desejo de consumo, esse sim é o grande fundamentalismo.”&lt;/em&gt; Milton Santos&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Percebo que hoje não existe mais receio em tomar decisões. Todo mundo parece ter aprendido de que a escolha de não decidir também traz conseqüências sobre o que não foi decidido. E, é muito mais interessante e empolgante uma vida de múltiplas escolhas, pois embora elas sempre tenham um risco, viver sem o êxtase da escolha parece insuportável para quase todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;A escolha nos causa uma sensação de autonomia individual de liberdade, garantindo-nos uma nova felicidade a cada decisão tomada ou retomada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;A escolha em si, não é um problema (porém, também não garante à solução). O problema é que num mundo viciado em uma ideologia caracterizada pelo o que se deseja, seguindo uma perspectiva de produto/consumo/satisfação, reflexo da presente sociedade de consumo, onde o que é novo hoje não serve mais amanhã (que falem mais alto os iPhones), as escolhas correm o risco de se tornarem motivos de busca por satisfação de prazeres atreladas ao tal desejo de consumo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;E daí? Você pode estar pensando. Algum problema? Nenhum, desde que você consiga não levar isso para os seus relacionamentos. Desde que a pessoa do seu lado não seja tratada como fruto do seu próprio prazer, ou somente como troca de prazer. Aliás, são de prazeres que se faz a vida? Ou quando eles aparecem são em poucos momentos ao longo do dia (essa confusão deve ter originado a tal busca da felicidade, enfim...). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Existe uma mercantilização dos relacionamentos humanos, onde os consumidores com recursos correm atrás do potencial gerador de prazeres, e o maior problema não é exatamente aqui, e sim onde tudo muda o tempo toda e cada vez numa velocidade mais rápida. Você já sabe (ou pelo menos deveria) que dada à profusão de ofertas tentadoras, qualquer tipo de mercadoria prazerosa tende a se exaurir rapidamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Poderia citar inúmeros exemplos de troca nos relacionamentos por prazer, mas não gostaria de atentar a isso e sim a outra coisa. Na ignorância de pensar que, concordando ou discordando, essa liberdade de escolha está ao alcance de todos quando não está. Por exemplo, na relação entre casais, onde um divórcio pode ser a escolha de um membro mais forte da relação que inclui, necessariamente, o mais fraco, mas que, não é tão bem dotado dos recursos necessários para seguir livremente seu desejo de se manter casado (isso sem falar quando existe um filho, uma criança, essas involuntárias mas duráveis conseqüências das parcerias que raramente vêem o rompimento de um casamento como manifestação de sua própria liberdade).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Mudar para seu próprio prazer pode até ser uma questão privada, mas sempre inclui a ruptura de certos vínculos e o cancelamento de certas obrigações e, os que estão do lado que sofre quase nunca são consultados, e menos ainda têm chance de exercitar a sua liberdade de escolha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Nesse caso a liberdade é ilusão, o que manda são as escolhas, portanto, cuidado com as escolhas, pois elas são tanto tentadoras e desejadas quanto repulsivas e temidas. Como diz o filósofo Michaud, “com o excesso de oportunidades, crescem as ameaças de desestruturação, fragmentação e desarticulação”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;E, falando em relacionamento, apelo para &lt;span class="st1"&gt;Charles Chaplin que disse: “&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Não sois máquinas&lt;/strong&gt;&lt;span class="st1"&gt;! Homens é que sois”. Não consuma ninguém somente pelo seu desejo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;Me lembrei dos meus votos (porque também estou com “sintomas de saudades”), mas prometi muitas coisas que ainda não consegui cumprir, só porque algumas ameaçam o meu prazer... Logo, como tenho dito, é &lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%;font-family:'Arial', 'sans-serif';" &gt;melhor me lembrar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;&lt;em&gt;Fê, hoje nesse momento tão esperado por nós, diante de testemunhas inúmeras, de muitas tribos, estamos representando o amor. Amor que nos trouxe até aqui, e que nos levará a uma nova maneira de viver a partir de hoje. Amor que nos ensinou que ele não tem nada a ver com escravidão e sim com liberdade. Amor que não nos faz mais correr atrás de nossos objetos de desejo procurando a plena satisfação. Amor que não é cego, pois cega é a paixão. O amor vê além e não oferece garantias, pois ele não é um sentimento e sim uma decisão de auto-doação, sendo assim, deixa de ser “por causa de” para se tornar “apesar de”. Logo, na há como amar sem correr riscos, sem perder, sem fazer morrer o ego. Por muitas vezes choverá no dia da festa. Mas o mesmo amor nos ensinará a andar juntos debaixo dessa chuva. Parafraseando a música: “chorando ou sorrindo, mas emoções &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;juntos&lt;/b&gt; vivendo”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Incondicional, livre e eterno.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt; Acredito que essas são as primícias do amor. Também do nosso amor. E diante de Deus e desse amor por ele criado é que revelo e expresso meus votos a você hoje: &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;&lt;em&gt;Eu te prometo &lt;span style="color:black;"&gt;amizade, parceria e companheirismo. Serei um lugar pra você voltar no final do dia, uma mesa pra compartilhar o pão de cada dia, uma força no dia da adversidade, um alguém com quem você possa celebrar a vida, as alegrias e tristezas das vitórias e derrotas do dia-a-dia. Tentarei ser a certeza da presença no dia do fracasso e a mão estendida na noite de fraqueza e necessidade. Prometo trazer-lhe ânimo, esperança, estímulo e valorização. E sempre, na pior das hipóteses, a certeza de ter alguém ao lado, na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, aprendendo um com o outro, até que a morte assim nos separe, ou nos una ainda mais. Prometo assim porque não conheço outra maneira, prometo assim pra você, não porque você é a mulher ideal com quem sonhei, mas porque você é tudo que eu não tive a capacidade de sonhar nem de pedir a Deus. Te amo!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-7905023018404154224?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/7905023018404154224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=7905023018404154224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7905023018404154224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7905023018404154224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/07/o-desejo-de-consumo.html' title='O desejo de consumo'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-528016797836548821</id><published>2011-07-27T17:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-29T04:37:22.757-07:00</updated><title type='text'>“Ic kann nicht anders"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Eu sempre quis ser o tipo de pessoa que faz a coisa certa. Não só nas grandes coisas onde parece óbvio o que é certo e errado, mas também nas pequenas coisas, nas sutis, que passam despercebidas. Mais ou menos aquilo que eu faço quando ninguém está olhando. E, é fácil deixar essas pequenas coisas de lado, pois são escolhas intermináveis que fazemos todos os dias e nos moldam no tipo de pessoas que somos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Porém, não poucas vezes, sou invadido por um turbilhão de sentimentos e desejos, ressentimentos e caprichos, que me cegam tanto para as pequenas quanto para as grandes coisas que me proponho a fazer. Saio da rota, saio de órbita, e me vejo preso com correntes que eu mesmo já arrebentei. E não vou dizer que alguns motivos não sejam justos, mas, com certeza não são suficientes, e por isso, não são sustentáveis.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Esse tipo de escolha, que você e eu fazemos, diz muito sobre o tipo de pessoas que somos e o tipo de pessoas que seremos. Temos a escolha de nos tornarmos amargos ou não, escolha de nos tornarmos canalhas ou não, escolha de nos tornarmos caprichosos ou não, escolha de nos tornarmos egoístas ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Quando paro pra pensar não sei ao certo porque tomei algumas decisões e escolhi agir de determinado jeito em relação a alguma coisa. E, também acho válido por vezes não saber explicá-las e não ter respostas a elas. Mas, isso geralmente acontece quando se deixa atingir por uma força de momento que se conecta com sombras de desejos que acabam resultando em um furacão de confusão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Tem outra também, quando pensamos muito no que não temos, acabamos esquecendo o que temos. E, na verdade, creio que esse seja o maior de todos os problemas, nós nos esquecemos. Vivemos com resquícios de amnésia diante da aceitação resignada das circunstâncias que saltam à nossa cara em tensão com a decisão arrojada de enfrentar essa força das circunstâncias. Acho que é aí que se escancara o caráter. Entre a aceitação resignada e a decisão arrojada de enfrentamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;É o caráter muito mais exigente e menos apto a transigir, ou até menos paciente com as escusas no teste de ‘aceitabilidade’ moral. Vou tentar explicar, é como se fosse bom, sutilmente aceitável e possível, mas ele diz: - eu não posso. Eu não posso negociar, eu não posso fazer diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;“Ic kann nicht anders”. Foram essas as palavras de Martinho Lutero, impelido pelo seu caráter, que o fez declarar em 31 de outubro de 1517, na véspera do Dia de Todos os Santos: Ic kann nicht Anders, “eu não posso fazer de outra maneira", quando ousou afixar as suas 95 teses heréticas na porta da igreja do castelo de Wittenberg.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:'Arial', 'sans-serif';"&gt;Isso me faz pensar onde foi que eu perdi o meu caráter, e também de que preciso me confessar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-528016797836548821?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/528016797836548821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=528016797836548821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/528016797836548821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/528016797836548821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/07/ic-kann-nicht-anders.html' title='“Ic kann nicht anders&quot;'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-9002381768512225351</id><published>2011-07-26T15:24:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T15:39:35.393-07:00</updated><title type='text'>Desejo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nós somos devorados continuamente pelo desejo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Naturalmente é necessário refletir um pouco para se dar conta, e isso não se aprende rapidamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É uma espécie de areia de praia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Você caminha sobre ela, vai e volta sem a perceber. Você a respira, a come, a bebe, e ela é tão fina, tão tênue, que na boca nem chega a rachar sob os dentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas se você para um segundo, eis que ela cobre seus pés, suas mãos, seu rosto...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Você deve se agitar sem parar, para limpar essa chuva de areia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-9002381768512225351?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/9002381768512225351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=9002381768512225351' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/9002381768512225351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/9002381768512225351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/07/desejo.html' title='Desejo'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-5957016385239052832</id><published>2011-06-22T07:18:00.000-07:00</published><updated>2011-06-22T09:05:30.996-07:00</updated><title type='text'>Lembrança...</title><content type='html'>&lt;style&gt;@font-face {   font-family: "Calibri"; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0in 0in 10pt; line-height: 115%; font-size: 11pt; font-family: "Calibri","serif"; }.MsoChpDefault { font-size: 11pt; font-family: "Calibri","serif"; }.MsoPapDefault { margin-bottom: 10pt; line-height: 115%; }div.WordSection1 { page: WordSection1; }&lt;/style&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ainda me lembro do dia em que o vi sentado com um boné na cabeça baixa que repousava sobre a mesa, em posição de contrição, enquanto eu caminhava rumo à secretaria para efetuar a matrícula. Era o começo do curso e, na verdade, nem fui tão seu amigo assim, mas ele tinha uma ousadia que irradiava e convicção de fazer inveja. Não poucas vezes nos divertíamos com conversas inusitadas que fantasiavam um pouco da liberdade que não existe na vida privada. Mas, não foi à toa que me lembrei dele. Um amigo em comum me trouxe a notícia de mais uma “baixa”. Não da pessoa em si, mas de uma relação que parecia inabalável. Pai de dois filhos, os quais ainda não tive a felicidade de conhecer, hoje se enxerga em uma relação insustentável não rompida somente pelos laços que não os unem mais, os filhos. E, confesso que me assustei. Não por ser tão nobre, mas por puro egoísmo mesmo. Porque, enquanto para ele sobrava um sentimento de tristeza, o susto me via no espelho. É para dentro de mim que olhava, e para a minha relação que a consciência apontava. Cercado pela fragilidade de relacionamentos, onde para um amigo, a separação de 20 anos de relação, ditos atribulados, o faz bem (e isso me assusta), e para outro que se diz não preparado para viver uma vida em que é preciso dividir mais um pouco (porém isso parece soar mais como um trauma e não com o fato da preparação em si), fiquei pensando em o que me garante que isso não aconteça comigo, e me fiz valer do pensamento de que viver em um relacionamento é viver perigosamente. É sempre um risco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Primeiro, porque pouco nos conhecemos a nós mesmos. Todos crescemos construindo uma identidade falsa a respeito daquilo que somos. Existe uma loucura coletiva de identidades de “mentirinha” e de infelicidades crônicas, a começar pela pressão dos sonhos que os pais têm dos filhos, sem contar que é a mídia que te faz acreditar no que é bom e necessário, e também a sociedade, que parece seguir um “espírito de época” que nos diz a respeito do que é bom ou mau para a nossa vida. Acho que daí é que adquirimos máscaras. Nos tornamos, talvez, algo que deveríamos ser, mas tampouco aquilo que de fato somos. Mas, também ninguém se atreve a tirar as máscaras. Na verdade, é muito mais fácil arranjar outras. Daí se justifica a necessidade das lipos, plásticas, silicones e gente de plástico exibindo corpo de mentira como se fosse a mais bela verdade. Um filósofo já disse “conhece-te a ti mesmo”. Acho que foi mais ou menos isso que Deus perguntou para Adão quando disse: “Onde estás?”. Ali Deus não parecia procurar onde o ingênuo Adão se escondera, mas sim onde ele existia em seu próprio ser.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Mais ou menos como “Onde está o seu eu?” “Quem é você atrás da mascara?” Muito mais que uma questão ontológica, uma questão existencial. Talvez um passo para uma relação transparente seja encontrar seu próprio eu. Pode ser que descobrindo o seu próprio ser (além de se decepcionar um pouco, ou muito) você consiga enxergar àquilo que o outro é, e não somente a projeção da máscara que ele usa ou que você gostaria que ele usasse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Segundo, porque não há garantias. Não é de hoje que se ouve dizer que não há garantias para o amor. Mas, pior do que querer garantias é requerer desse amor o seu “tal” direito de ser feliz. Torna-se insustentável uma relação que tenha o dever de funcionar corretamente para satisfazer-me e deixar-me realizado como quesito básico para que ela continue a existir. Insustentável porque não é preciso ser suficientemente inteligente para perceber que nesse mundo nada funciona de maneira adequada o tempo todo. Uma hora essa coisa, seja ela o que for, dá defeito. É só parar para pensar em você mesmo, quantos turbilhões de pensamentos te atingem num só dia que te fazem mudar de opinião e vontade a cada momento? Mas, a tal relação tem que funcionar corretamente, para que ela não corra o risco de ser trocada por algo mais novo, mais feliz e ousado, e que pareça funcionar pra sempre bem. Mera utopia do que é se relacionar... Quando se vive a dois o egoísmo não cabe porque favorece sempre um. Pessoas que não sabem perder, ceder, abrir mão, não estão maduras para receber os benefícios de um relacionamento. Não existe uma ética retributiva no amor. Não há dívidas que podem ser pagas, nem garantia para a devolução do que se entrega. Existe mutualidade, reciprocidade, cuidado, dor, revolta, erro, perdão, alegria, tudo em pequenas doses, ou bem misturado multiplicado por 70x7 pronto pra beber numa golada só... Não há garantias e também há de se descartar previsões...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Terceiro, porque não sabemos dizer não. Acho que precisamos aprender a dizer não. Não à tudo aquilo que você não seja capaz de sustentar (em todos os sentidos da palavra), seja o próprio relacionamento, ou simplesmente àquilo que o ameace. “Não” para um relacionamento que está acontecendo e você não está preparado. Ou, “não” para a presença de alguém mais, quando já se está dentro de um. Talvez o grande salvador de um relacionamento seja, além do perdão (por diversas vezes), um simples não na hora “errada”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enfim, me preocupo comigo talvez porque tento me conhecer, e ao olhar para relacionamentos seja daquele cara de boné do primeiro ano, ou de amigos (que sem querer analiso), e até mesmo o meu, enxergo sombras quando se passa o deserto, e sei que é ali que corro o risco de ser banal, como já o fui. É por isso que preciso me lembrar sempre, para que essas lembranças, que por vezes tratadas como insignificantes, tragam à memória a sensibilidade especial trazida por meu relacionamento, que além da certeza da amizade me confirma que existe sim, amor legítimo, não aquele que me traz uma satisfação louca de momento e que acompanha uma falsa promessa de uma utópica felicidade (só pelo fato de que essa não se sustenta em si mesmo), mas àquele cujo alguns já falaram e que ecoou novamente hoje em meu coração dizendo que ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta (…)”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-5957016385239052832?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/5957016385239052832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=5957016385239052832' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/5957016385239052832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/5957016385239052832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/06/lembranca.html' title='Lembrança...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-7519963168915905114</id><published>2011-05-05T13:00:00.000-07:00</published><updated>2011-05-05T13:10:37.496-07:00</updated><title type='text'>Busca</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Todo jovem procura por algo “louco” em que possa apoiar as suas esperanças. Algo que os tire da rotina, algo que os leve a ser mais do que meramente a forma da sociedade os sujeita a ser. É como se essa parte “louca” faltasse dentro desse cara, e ele então saí à procura daquilo que pode ser a salvação de uma vida entediante, igual, monótona. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Então uma nova viagem começa, não somente pela perseguição dessa tal loucura, mas também com o que achamos no meio da estrada e usamos para suprir essa tal falta. Porque o que colocamos no lugar desta nossa grande falta começa a se tornar a nossa grande esperança. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O grande grilo é que olhamos para trás, vemos alguns dos que foram jovens que também perseguiram essa loucura, que revolucionaram e se motivaram a lutar por aquilo que achavam que valia a pena, mas acabaram cantando de uma grande dor que foi a de perceber que eles ainda eram os mesmos e acabaram vivendo como seus próprios pais. Ou seja, nada mudou. Talvez até tenha mudado, mas não melhorou, não resolveu! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Entender a história do jovem do passado e olhar o longo desenvolvimento histórico da sociedade, e perceber que ela correu, e correu para chegar em algum lugar mas que esse lugar não existe, foi uma grande decepção. Então surge a dor de perceber que você corre pra não chegar em lugar nenhum, de que sua vida acaba tomando o mesmo sentido e rumo da vida que seus pais levaram e que embora se corra, tudo vai terminar de volta ao lugar do início. Sem nada novo. Sem uma loucura, sem uma esperança, dentro de uma forma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Essa história poderia até terminar aqui, mas não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Porém, insano seria dizer que, depois de tantos anos de história e de busca, que essa grande loucura que nos dá esperança, que quebra as “maneiras” de se fazer as coisas, e parece ser sinônimo de liberdade sempre esteve gritando e procurando por nós também. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Magina... isso é loucura!!! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quando a busca se faz inútil e a esperança se desfaz diante dos nossos olhos, ele rola a pedra daquilo que entendíamos por coração, e nos faz sangrar, sentir e pulsar novamente, abre nossos olhos e nos faz viver esperançosamente debaixo de uma grande loucura. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-7519963168915905114?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/7519963168915905114/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=7519963168915905114' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7519963168915905114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7519963168915905114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2011/05/busca.html' title='Busca'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-2937214087153837159</id><published>2009-06-02T20:30:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T08:14:13.698-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Que o senhor nos dê lágrimas em meio à indiferença&lt;br /&gt;Que o senhor torne sensível nosso duro coração&lt;br /&gt;Que o senhor gere em nós revolta contra a injustiça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o senhor nos liberte do conformismo&lt;br /&gt;Que o senhor nos dê coragem para passar o vale&lt;br /&gt;Que o senhor nos dê amor para nos darmos ao necessitado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o senhor nos dê empatia para sentirmos a dor&lt;br /&gt;de um mundo que sofre por não estar ao seu lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o senhor faça de nós homens melhores, homens maiores, e que assim o seu novo tempo brote dentro de nós, resplandecendo o reino, que é dele por direito, afim de que reines de fato sobre ele, através de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; “Tempos melhores estão por virem, obras maiores se farão neste lugar.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-2937214087153837159?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/2937214087153837159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=2937214087153837159' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/2937214087153837159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/2937214087153837159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2009/06/que-o-senhor-nos-de-lagrimas-em-meio.html' title=''/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-3574256175556227627</id><published>2009-03-24T21:48:00.000-07:00</published><updated>2009-03-25T05:40:15.139-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Dia 23...</title><content type='html'>Quantos dias você já guardou?&lt;br /&gt;Quantos momentos você viveu? Momentos que uniram intensidade, importância, revelação, consciência, alegria... Momentos que trouxeram emoções que marcaram em uma significativa circunstância uma data na sua história?&lt;br /&gt;Há quem diga que a vida é feita de momentos. E, que desses momentos são feitos os dias. E dentre esses dias estão os que valem a pena serem preservados na memória, guardados, e outros que são descartados, e são lançados em algum lugar no tempo no meio de algum caminho.&lt;br /&gt;Teorias a parte, prefiro pensar que a vida é feita de história. De uma história. Na verdade, da história de uma estrada. Uma estrada que possui vários caminhos. E é um desses caminhos que me remete à este dia. Caminho esse, que já percorri aqui mesmo nesse blog (&lt;em&gt;afeição e paladar&lt;/em&gt;), onde no ocorrido, estava perdido por não me encontrar nele. Mas dia 23, é o dia que eu guardei. Guardei porque foi o dia em que retomei novamente a estrada a partir desse caminho. Guardei porque nesse dia esse caminho fez mais sentido do que outros dias no meio dessa estrada. Guardei porque nesse dia reencontrei o que havia perdido. Reencontrei o amor, o meu amor. Amor que já tinha caminhado por essa estrada, e que voltara no dia 23. Embora eu já o conhecesse, não parecia mais o mesmo. Ele voltou diferente. Mais forte e evidente, mais tranqüilo e mais sincero. Antes baseado em anseios temporários, sofrendo conflitos e perplexidade, voltou muito mais determinado. Determinação essa que nos levou no dia 23 de novo a uma estrada. À história da nossa estrada. E nessa nova/antiga história os passos dados são interligados, movidos por compromisso, respeito, mutualidade, amizade, reciprocidade, renúncia e amor. Tão bom e tão lindo que o reencontro de dois, se tornou em um, um amor, e é como se “esse” tivesse vida própria nos tornando presos um ao outro pela nossa própria liberdade. Esse é só começo da estrada de nossa história que se prolongará com muitos mais passos que descobriremos juntos como cada um deve ser dado no percorrer desse caminho.&lt;br /&gt;A vida de fato é feita de história. Mas também dessa história se pode guardar um dia ou outro. E, eu guardei o meu. Guardei o meu dia junto com a decisão de percorrer esse caminho na estrada de nossas vidas, sempre ao lado desse amor. Pois já não importa o que nos espera nessa estrada, pois ela será percorrida sempre lado a lado - que é: sempre ao seu lado.&lt;br /&gt;Fê, eu te amo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-3574256175556227627?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/3574256175556227627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=3574256175556227627' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/3574256175556227627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/3574256175556227627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2009/03/dia-23.html' title='Dia 23...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-7230943087394007359</id><published>2009-02-20T18:27:00.000-08:00</published><updated>2009-03-25T03:49:00.361-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SZ9rvo7q3eI/AAAAAAAAAHo/XVY1PTCI-m0/s1600-h/ist2_6439150-catching-the-sun-xl.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que sua luz brilhe sobre o que é feio em mim, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e que se torne belo, para sua glória. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Que sua luz brilhe, agora, sobre o que é belo em mim, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e que seja visto, para sua glória. Amém.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-7230943087394007359?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/7230943087394007359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=7230943087394007359' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7230943087394007359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7230943087394007359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2009/02/que-sua-luz-brilhe-sobre-o-que-e-feio.html' title=''/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-6580133159204112092</id><published>2009-02-16T20:56:00.000-08:00</published><updated>2009-03-25T03:48:24.704-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Desejo/Vontade/Imagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SZ9pJH-tQWI/AAAAAAAAAHg/i_6Sz_IfAjg/s1600-h/ist2_58764-america-s-most-wanted-iii.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305074491547533666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SZ9pJH-tQWI/AAAAAAAAAHg/i_6Sz_IfAjg/s320/ist2_58764-america-s-most-wanted-iii.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero mais do que um simples viver, mais do que uma mera rotina. Buscar na matriz divina a singularidade de uma dimensão extinta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que minha vida se expresse numa imagem que já foi revelada, e que assim encontre a felicidade e por ela sonhe, lute e pereça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser cidadão de um reino extraordinário, onde se respeita a individualidade dos sonhos, mas apresenta uma estrada onde se faz coletiva a caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero captar o mistério do inefável, mesmo sem entendê-lo por completo, e caminhar sempre de perto, ao lado do inexplicável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser sensível ao invisível dos olhos, atento ao coração quebrantado, amável ao que caiu desgraçado, sincero ao que me vê prostrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero um simples viver que se expresse numa imagem, uma imagem de um reino extraordinário, inefável, invisível aos olhos e acessível ao desesperançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas minhas vontades/desejos revelam a minha auto-imagem. Em cada detalhe da vida se faz evidente. Se perde, se acha e se encontra num agir tão pouco ciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero tentar todo dia, mesmo se não acertar, a cada instante da vida, a &lt;em&gt;Imago Dei&lt;/em&gt;, em mim, carregar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-6580133159204112092?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/6580133159204112092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=6580133159204112092' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/6580133159204112092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/6580133159204112092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2009/02/blog-post.html' title='Desejo/Vontade/Imagem'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SZ9pJH-tQWI/AAAAAAAAAHg/i_6Sz_IfAjg/s72-c/ist2_58764-america-s-most-wanted-iii.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-1207728061586929035</id><published>2008-09-23T19:46:00.000-07:00</published><updated>2008-09-24T05:43:10.426-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Flerte</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SNmrRogM3YI/AAAAAAAAAHU/Jf-xyJYsnp4/s1600-h/ist2_6051793-eye-dots.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249415160095628674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 265px; CURSOR: hand; HEIGHT: 141px; TEXT-ALIGN: center" height="148" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SNmrRogM3YI/AAAAAAAAAHU/Jf-xyJYsnp4/s320/ist2_6051793-eye-dots.jpg" width="272" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma troca de olhares, a convivência, a proximidade&lt;br /&gt;Aquela coisa de se dar, mas não se dar por inteiro&lt;br /&gt;De se dar e manter o controle&lt;br /&gt;“Aprecie com moderação...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É só uma curtição.&lt;br /&gt;Uma gaveta.&lt;br /&gt;Ela abre e fecha na hora em que bem entende&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em momento algum passa pela cabeça pular dentro da gaveta&lt;br /&gt;Ninguém é bobo&lt;br /&gt;Todos sabem que aquilo é só uma gaveta&lt;br /&gt;Uma curtição momentânea&lt;br /&gt;Ninguém quer trocar a sua vida, sua história&lt;br /&gt;Por uma gaveta, por um momento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então você flerta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque o flerte é só um parêntese&lt;br /&gt;Tudo está sob controle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pensa que controla mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas depois é controlado.&lt;br /&gt;É controlado, mas acha que está controlando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do nada, abre a gaveta sem querer abrir&lt;br /&gt;E não tem capacidade de fechar na hora em que quer fechar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o flerte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante das pressões que nós vivemos, das possibilidades, das sombras dos nossos corações, dos nossos apetites, das nossas questões mal-resolvidas, a gente abre uma gaveta pra onde fugimos de vez em quando. E flertamos. Com pessoas, coisas, situações e oportunidades. Até o dia que não dá mais pra brecar. E quando não dá mais pra brecar, começamos a tentar explicar... Explicar o inexplicável...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que manter nossos olhos sempre voltados para cima, olhando diretamente nos olhos daquele que nos ama, buscando a orientação divina daquele que prometeu estar sempre conosco. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Acredito que esse também possa ser um caminho para o coração que se perdeu em meio a um flerte, olhar para cima e seguir o caminho que traz de volta o coração para que ele seja restaurado e cativado novamente pelo amor do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é tempo de voltar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar os olhos a Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-1207728061586929035?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/1207728061586929035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=1207728061586929035' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/1207728061586929035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/1207728061586929035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/09/flerte.html' title='Flerte'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SNmrRogM3YI/AAAAAAAAAHU/Jf-xyJYsnp4/s72-c/ist2_6051793-eye-dots.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-7514237596200152765</id><published>2008-09-04T13:50:00.000-07:00</published><updated>2008-09-05T08:50:00.606-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>A Dor (en)contra a Vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SME_5QCB5jI/AAAAAAAAAHE/3Q3k833UD_o/s1600-h/ist2_6226127-spooky-street.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Bom, em razão do 5º comentário do último texto eis mais um... (não sei se quem escreve texto é porque tem pretexto, mas foi mais ou menos o que aconteceu aqui... rs)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Li um trecho pequeno de um livro hinduísta que ensinava a lidar com o sofrimento e a dor sem negá-los ou ignorá-los, mas elevando-se acima deles. Sua religião prega que se deve dizer às mais dolorosas experiências: “não vou deixar que você me machuque. Vou experimentar o que de pior possa acontecer e vou triunfar. Vou aprender a arte do desligamento e superar a dor”. Todos já vimos imagens de hinduístas andando sobre braseiros ou deitando em camas de prego. O que eles fazem com seus corpos é o que tentam fazer com suas almas: ensinar-lhes a não sentir dor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um amigo já me disse certa vez que a maneira de atravessar uma vida de tragédias e incertezas é aceitá-la e ceder a ela, em vez de lutar contra ela, da mesma forma pelo qual um lutador usa a força e o peso de seu adversário, contra ele, em lugar de tentar superá-lo. Também me disse que a forma para atravessar a vida sem sentir dor constante é diminuir as expectativas. Não esperando que a vida seja justa, não sofrerá o coração diante da injustiça. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Correto?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há controvérsias...&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ouvi e li com respeito às opiniões declaradas acima. Mas fundamentalmente tive que discordar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Primeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Creio que quando diminuímos nossas expectativas da vida para evitar a dor da desilusão, abandonamos uma parte da imagem de Deus em nós. Aceitar a injustiça porque ela sempre fez parte da sociedade é desistir facilmente. Certo, isso nos pouparia muita angústia e frustração – mas a que custo? Acho que é como o pai superprotetor que não deixa o filho andar de bicicleta porque pode cair e se machucar. Usar tal armadura nos protege de ferimentos, mas também impede que cresçamos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Segundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se acreditamos que a vida é boa quando evitamos a dor, corremos o risco de não aprender tão bem a não sentir dor e, com isto, não sentir nada. – nem alegria, nem amor, nem esperança, nem espanto. Ficamos emocionalmente anestesiados. Aprendemos a viver toda a nossa vida dentro de estreitos limites emocionais, aceitando o fato de que teremos poucos instantes de alegria em troca da garantia de que também não teremos momentos ruins, de dor ou tristeza – apenas o eterno sentimento da monotonia, de um dia cinzento, que só é percebido depois de um longo tempo. Por causa do nosso medo da dor, dominamos com tal perfeição a arte do afastamento que mais nada consegue atingir nossas emoções. Nos afastamos dos amigos, das pessoas dos relacionamentos. Procuramos uma viagem, um cinema, uma saída que nos tire da rotina. Ou começamos a procurar adrenalina: dirigir depressa, voar de asa delta, praticar algum esporte radical, dizendo que “somente assim nos sentimos vivos”.&lt;br /&gt;Colocamos a culpa naquilo que já vivemos ou nas pessoas com quem convivemos, e que a cura para isso é mudar de emprego, de parceiro, de bairro ou de vida, para que tudo se torne mais interessante. Às vezes a mudança pode até ser necessária mas, quase sempre, o problema está em nós mesmos. Por causa do nosso medo do sofrimento ou da desilusão, escolhemos uma outra vida, onde pensamos que não passaremos mais por isso. Construímos para nós mesmos um piso emocional, abaixo do qual não poderemos afundar, para termos a certeza de que nada nos poderá ferir ou deprimir, e um teto emocional, acima do qual não nos poderemos elevar, porque o risco de queda será grande demais. E nos perguntamos as vezes por que nos sentimos tão anestesiados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pra terminar, como citei no último texto, que acreditar em contos de fadas seria mais fácil, citarei um...&lt;br /&gt;“A história do rapaz que queria aprender a ter medo”&lt;br /&gt;É a história de um jovem, faça o que fizer, nunca sente medo. Ele se sente incompleto, sem a dimensão emocional do medo. Resolve então partir e se depara com aventuras arrepiantes, fantasmas e bruxas e dragões que cospem fogo, mas nunca consegue sentir um simples arrepio de medo. Em sua última aventura, consegue libertar um castelo de um encanto perverso e, como prova de gratidão, o rei lhe dá a mão de sua filha. O herói diz a princesa que, embora goste dela não tem certeza de que possa casar até que complete sua missão e aprenda a sentir medo. Na noite de núpcias (pelo menos essa é a versão contada para as crianças), a noiva arranca as cobertas de seu leito e atira nele um balde de água fria cheia de peixinhos. Ele grita: “Minha querida esposa! Agora eu sei o que é um arrepio!” – e se torna feliz. rs... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Você deve estar se perguntando: qual o sentido dessa história?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acho que uma pessoa não está pronta para a vida adulta sejam quais forem suas realizações neste mundo, até que esteja emocionalmente madura e aberta para o sentimento. Nosso herói não consegue sentir amor ou alegria por não ser capaz de sentir susto e medo. Talvez ele seja o símbolo de todos nós que, em nossos esforços para evitar a dor, nos amortecemos contra todos os sentimentos e, ao contrário do herói do conto de fadas, não sabemos o que estamos perdendo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-7514237596200152765?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/7514237596200152765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=7514237596200152765' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7514237596200152765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/7514237596200152765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/09/dor-contra-vida.html' title='A Dor (en)contra a Vida'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-4780010227805981186</id><published>2008-08-31T20:29:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T12:58:31.922-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Afeição e Paladar</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SLxJVZ8438I/AAAAAAAAAG8/SHx4RmbLHaI/s1600-h/ist2_6271379-dancing-couple-xl.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241144698444767170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SLxJVZ8438I/AAAAAAAAAG8/SHx4RmbLHaI/s200/ist2_6271379-dancing-couple-xl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Venho pensando diariamente na vida, em todo o sentido dela.&lt;br /&gt;Venho pensando em meus sonhos que não se realizaram e nos que ainda estão por vir.&lt;br /&gt;Venho pensando no real sentido da minha existência desde a essência da minha criação.&lt;br /&gt;E também venho pensando no amor. No amor que me salvou, no amor para com o próximo, no amor pelo mundo que anda em trevas e no amor, aquele que é definido ser o amor de um homem para com sua mulher e vice-versa. E é deste último que tenho mais medo. Porque o vejo indefinido por sempre estar em constante mudança, em uma interminável reviravolta dentro de mim. Cheguei a um ponto de que tudo o que eu pensava sobre ele moveu-se alternadamente em sentidos opostos. Minhas idéias, deduções e certezas mudaram. Aquilo de que eu tinha tanta convicção hoje é relativo e talvez amanhã se torne uma mentira, ou, talvez não... Mas, o fato é que hoje o enxergo de outra maneira...&lt;br /&gt;Não sei e não creio que alguém pode definir a vida a dois, homem e mulher, em um simples livro de regras e dizer que é somente isso ou aquilo... Também não quero entrar na discussão se ele é decisão/razão ou sentimento/emoção, já que a neurociência hoje tem comprovado que não existe razão que não seja comprometida afetivamente e nenhuma emoção que não seja inteligente.&lt;br /&gt;O que estou querendo dizer é que experimentei desse amor. Experimentei, porém não sei defini-lo. Experimentei e o gosto ainda amarga e adoça minha boca.&lt;br /&gt;Tenho aprendido (às vezes obrigado) que a manifestação desse amor ocorre no simples fato do relacionamento. Como resultado desse relacionamento surge uma unificação entre os dois seres. Essa unificação é também uma ligação, como se fosse um dentro do outro. E, da mesma forma que existe essa ligação por esse amor, existe também o acolher das decisões do outro na sua. Mesmo quando o outro não tem ciência dos acontecimentos da vida de um, sua vontade é manifestada. Pois quando se ama, os pensamentos, os sentimentos e os desejos estão direcionados a pessoa que se ama. Buscando sempre lhe agradar.&lt;br /&gt;Portanto, hoje, somente hoje, posso dizer que quando existe amor, existe a presença da pessoa amada dentro do outro. Atuando nas decisões e ações do primeiro, pois eles não estão lado a lado, mas sim unidos.&lt;br /&gt;E, o gosto que sinto é ainda o que permeia minhas atitudes através das minhas intenções. Não sei se perderei algum dia esse paladar, e é óbvio que prefiro a parte doce dessa sensação, mas sei que às vezes o sal também é bom. E, entre “&lt;em&gt;aromas, cores e sabores&lt;/em&gt;”, vou tentando compreender e discernir para escolher o prato do dia. Aquele prato cujos ingredientes são mais ou menos; razão e coração, desejo e decepção, força e fraqueza com uma boa pitada de esperança. Não sei se vocês concordam, mas acredito que nessas horas seria mais fácil acreditar em contos de fadas, pois eles terminam sempre com o: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"felizes para sempre."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-4780010227805981186?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/4780010227805981186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=4780010227805981186' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4780010227805981186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4780010227805981186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/08/afeio-e-paladar.html' title='Afeição e Paladar'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SLxJVZ8438I/AAAAAAAAAG8/SHx4RmbLHaI/s72-c/ist2_6271379-dancing-couple-xl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-3430789827359154226</id><published>2008-07-29T09:29:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T05:39:04.770-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Relacionamento Fast-food</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SI9J2RhQCeI/AAAAAAAAAFw/cQv2Zacm-dU/s1600-h/ist2_4136154_invisible.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228478889165064674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SI9J2RhQCeI/AAAAAAAAAFw/cQv2Zacm-dU/s320/ist2_4136154_invisible.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Se Deus criou as coisas para usarmos, e as pessoas para amarmos, por que amamos as coisas e usamos as pessoas?"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Bob Marley&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;Quando li essa frase pensei: “Bob Marley foi a pedra que clamou.”&lt;br /&gt;Creio que estamos em meio a uma crise. A crise da pós-modernidade, ou alta-modernidade. Numa sociedade onde a obrigação primordial é a busca da “felicidade”, a maioria das pessoas vivem num sufocante desespero. As pessoas esqueceram, e na verdade, não sabem mais se realmente foram criadas com um propósito, e acabam vivendo como se a felicidade fosse um fim em si mesmo. Elas estão presas na alta-modernidade, em meio a uma globalização (que não é bem globalização) que estreitou as fronteiras do mundo, e, como resultado, estão escravizando e sendo escravizadas. A correria é tanta, que não sobra um tempo de qualidade para passar com um amigo, com a família, com o próximo. Abraços e felicitações são substituídos por cartões virtuais e scraps. O resultado é a insatisfação aparentemente sem motivo, um estado de espírito negativamente perturbado, e a monotonia da luta pela mera sobrevivência. Falta tempo, e enquanto falta tempo, sobram pessoas, pessoas que mesmo em meio à multidão só sentem solidão. E, pela solidão ser tão cruel, substituímos a presença de um amado por alguma coisa, objeto ou atividade. Relacionamos-nos com coisas, e substituímos as coisas pelas pessoas, e amamos cada vez mais as coisas e cada vez menos as pessoas. Quando não se tem tempo de atender a um convite de um amigo, mandamos algo que nos represente. É mais fácil dar as coisas do que dar a si mesmo... e assim, nos tornamos parecidos com máquinas.&lt;br /&gt;Deus nos criou como seres que tem necessidade se relacionar. Deus se relaciona pessoalmente com o homem, mas o homem moderno não tem “tempo” para se relacionar com seu próximo.&lt;br /&gt;Para nós, Cristãos, que temos a consciência de que fomos criados com a característica que Deus nos deu, de sermos seres "relacionáveis" porque somos feito à sua imagem e semelhança, a falta de desprender-se para dar tempo às pessoas nos rouba a identidade de seres formados a &lt;em&gt;Imago Dei&lt;/em&gt;. A própria Trindade é um exemplo de relacionamento perfeito, Cristo com o próprio Pai e Espírito Santo.&lt;br /&gt;Pessoas não são máquinas, pessoas não precisam de conserto. Pessoas precisam de relacionamentos. Não existe uma caixa de ferramentas para consertar uma pessoa. Elas não vêm com manual. Elas precisam ser conhecidas, desvendadas, acompanhadas, recebidas, ouvidas, amadas, tocadas... precisam se relacionar.&lt;br /&gt;As pessoas clamam por ajuda, e tudo o que temos a dar é a promessa de uma lembrança em nossa oração, quando, na verdade, elas precisam de você, do seu tempo...&lt;br /&gt;Jesus não apenas falava às pessoas, ele as ouvia, as tocava, olhava em seus olhos e as tratava como seres únicos. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;“Em nossos dias falta-nos a sensibilidade que houve em Cristo, que uma mulher ao tocá-lo despertou sua atenção em meio à multidão que o espremia. Ele mandou parar tudo para dar atenção a ela. Falta-nos sensibilidade para gastarmos nosso tempo em relacionamentos com pessoas discriminadas em nossa cidade, que não tem ninguém para trocar idéia, para abrir o coração.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O descaso destrói os relacionamentos e a solidão mata as pessoas.&lt;/strong&gt; *&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Acho que nossa maior luta é não se deixar moldar pela ordem "natural" das coisas. Temos que dizer a nós mesmos que precisamos preservar nossos olhos e o nosso coração para que nossa alma não se afunde na lama que a pós-modernidade, ou alta-modernidade, sorve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Texto feito para o trabalho de sociologia depois de uma conversa com um amigo meu: Negão*&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-3430789827359154226?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/3430789827359154226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=3430789827359154226' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/3430789827359154226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/3430789827359154226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/07/relacionamento-fast-food.html' title='Relacionamento Fast-food'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SI9J2RhQCeI/AAAAAAAAAFw/cQv2Zacm-dU/s72-c/ist2_4136154_invisible.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-5027588957896504724</id><published>2008-07-15T18:40:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T12:21:40.011-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>Como Tu queres...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SH1SQycfJzI/AAAAAAAAADY/IQDEvGkpsDg/s1600-h/iStock_000006295807XSmall.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223421591192282930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SH1SQycfJzI/AAAAAAAAADY/IQDEvGkpsDg/s320/iStock_000006295807XSmall.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Somente hoje, eu gostaria de ser aquilo que você quer que eu seja."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; *&lt;br /&gt;Essa frase chamou-me a atenção hoje. Afinal, o que Tu queres que eu seja?&lt;br /&gt;Penso que Deus me quer direito, andando reto, sempre pra frente, e não para trás; acertando, e não errando; construindo, e não derrubando; confiando, e não duvidando... E me pergunto, até mesmo em meio a um desespero sufocante, como posso ser sempre assim “direito” sendo que sou imperfeito e já nasci pecador? A resposta que tenho hoje é que não posso... Eu não posso... Assumo que sou mesmo um pecador imperfeito, arrogante e orgulhoso, que em mim não há nada do que se aproveite para o bem. Mas, também, é nesse ponto que encontro a resposta que me salva. Porque não é em mim, não sou eu a resposta, mas é em Ti, és Tu, meu Deus, a resposta. É o Senhor que me faz andar reto, que me faz acertar, que me ajuda a construir, e, é a tua fidelidade que me faz confiar. A Tua imagem reproduzida em mim reflete o bem que há em Ti. “&lt;em&gt;Somente hoje gostaria de ser aquilo que você quer que eu seja”,&lt;/em&gt; e acho que para isso, eu preciso voltar à essência a cada instante, e a essência és Tu, meu salvador. Eu preciso assumir a cada manhã a minha posição de imperfeito e maltrapilho, assumir meu nome, a minha identidade, que sou barro, que sou pó, que sou o André... para daí, então, permitir que a sua boa mão me molde, dando-me um novo nome e uma nova identidade, e me conduza a novos planos que serão frutos de um relacionamento íntimo contigo, Pai.&lt;br /&gt;Então, hoje, mais uma vez, volto à essência da minha vida, correndo para Ti, porque sei que é só em Ti que encontro as respostas, é só em Ti que me sinto seguro e é só em Ti que preencho o vazio da minha alma... &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Frase de Katia Piracicaba's, amiga que ganhei no seminário.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-5027588957896504724?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/5027588957896504724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=5027588957896504724' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/5027588957896504724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/5027588957896504724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/07/como-tu-queres.html' title='Como Tu queres...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SH1SQycfJzI/AAAAAAAAADY/IQDEvGkpsDg/s72-c/iStock_000006295807XSmall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1469071651969207010.post-4233795718066128916</id><published>2008-07-11T19:35:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T15:10:19.472-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões/Desabafos'/><title type='text'>O Sofrer e o Cuidar</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SHghu14RDPI/AAAAAAAAAC4/N9RlqpDl9vc/s1600-h/iStock_000006067022XSmall.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221960856556866802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; CURSOR: hand; HEIGHT: 236px; TEXT-ALIGN: center" height="227" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SHghu14RDPI/AAAAAAAAAC4/N9RlqpDl9vc/s320/iStock_000006067022XSmall.jpg" width="332" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O sofrimento humano ou angústias jogam-nos de um lado para o outro em pensamentos, ações ou em um pedido silencioso de dentro da nossa alma direto para o nosso Deus. Em determinados momentos, não sabemos se precisamos de calmantes ou de orações. A dor atrapalha nossos sonos e atividades, pois ela percorre nossos pensamentos. Mas, “um sábio só se forma no sofrimento” porque é no sofrimento que temos a oportunidade de re-significarmos nossa vida. Viktor Frankl diz que "se a situação é boa, desfrute-a; se a situação é ruim, transforme-a; se a situação não pode ser transformada, transforme-se". Nessas horas temos que nos permitir que a transformação ocorra, de dentro para fora, e aceitar a situação como um tratamento de Deus.&lt;br /&gt;A dor nos traz amadurecimento, reforça o nosso caráter, e mostra que não somos auto-suficientes para resolvermos os problemas que a vida nos traz, e, nos leva a um entendimento de que precisamos entregar e descansar em Deus, e pedir o aprendizado que Ele pode nos dar naquele momento. Ela nos leva à compaixão daqueles que sofrem o mesmo tipo de dor. Deixa o nosso coração mais sensível ao sofrimento do nosso próximo, nos aproximando assim, do cristianismo, onde devemos ajudar a carregar o fardo uns dos outros.&lt;br /&gt;Como Jesus sofreu por amor, podemos ver o sofrimento como um aprendizado para ser usado em um gesto, futuro, de amor a Deus e para com o próximo. Devemos derramar o nosso coração e perguntarmos o que Ele tem a nos ensinar naquele momento. E, são nessas horas, que, se é possível amadurecer, e receber a esperança que vem do alto, que chega com a consciência do cuidado de Deus naquele exato momento. Como Karin Hellen Kepler, autora do livro Caminhos da graça, diz: “A experiência da dor ensinou-me que o caminho que sai de Jerusalém em direção à cruz é um caminho de amor, pois conduz a esperança da ressurreição.”&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1469071651969207010-4233795718066128916?l=nao-e-o-bastante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/feeds/4233795718066128916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1469071651969207010&amp;postID=4233795718066128916' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4233795718066128916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1469071651969207010/posts/default/4233795718066128916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nao-e-o-bastante.blogspot.com/2008/07/o-sofrer-e-o-cuidar.html' title='O Sofrer e o Cuidar'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10745744342795661649</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hModWX_Y6cI/SHghu14RDPI/AAAAAAAAAC4/N9RlqpDl9vc/s72-c/iStock_000006067022XSmall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
